A menina e o piercing malígno

E foi o caso de Remmie,
de 18 anos, que colocou um piercing em sua orelha com o intuito de se
destacar um pouco das multidões. Mas ela infelizmente não contava com
uma inflamação, que a forçou a remover o piercing, e acabou criando uma
cicatriz do tamanho de uma avelã, conhecida como uma Quelóide.

“É horrível,” disse Remmie. “Não é bonito, e me deixa muito insegura. E o pior é que ela vem ficando cada vez maior, e coça bastante. Eu fiz isso para ficar diferente, e acabei ficando diferente do jeito errado… Parece que tem um chiclete na minha orelha. Dá vontade de dar um peteleco pra tirar, mas eu não posso.”

Victoria, sua mãe preocupada, a avisou que essa não seria uma boa ideia. Mas todo mundo aqui sabe como funciona a mente de um adolescente, né? O “não faça isso” vira uma urgência na hora de, de fato, fazer isso. Desesperada para se livrar da cicatriz, Remmie procurou a ajuda do cirurgião plástico Vik Vijh. Ele imediatamente diagnosticou a queloide, que, de acordo com ele, afeta de 10 a 15% dos ferimentos.
As cicatrizes, que geralmente têm o formato de um caroço de tecido bem maior do que o ferimento em si, costumam aparecer mais nos ombros e no pescoço. Infelizmente, como apontado pelo Dr. Vik, uma operação de remoção provavelmente pioraria muito o caso, pois o corpo entraria em estado de emergência para curar a nova ferida.

Mas para o alívio de Remmie, ele também disse que as queloides na orelha são as mais fáceis de se retirar. “Dá pra reconstruir o tecido perdido,” disse o médico. “Mas tem sempre o risco das cicatrizes voltarem, mesmo que anos depois.” Mas Remmie pareceu não ligar muito para isso, e foi em frente com a cirurgia… Que deu certo! Até agora, nenhum sinal de problemas. Vamos torcer por ela, né?

“É horrível,” disse Remmie. “Não é bonito, e me deixa muito insegura. E o pior é que ela vem ficando cada vez maior, e coça bastante. Eu fiz isso para ficar diferente, e acabei ficando diferente do jeito errado… Parece que tem um chiclete na minha orelha. Dá vontade de dar um peteleco pra tirar, mas eu não posso.”

Victoria, sua mãe preocupada, a avisou que essa não seria uma boa ideia. Mas todo mundo aqui sabe como funciona a mente de um adolescente, né? O “não faça isso” vira uma urgência na hora de, de fato, fazer isso. Desesperada para se livrar da cicatriz, Remmie procurou a ajuda do cirurgião plástico Vik Vijh. Ele imediatamente diagnosticou a queloide, que, de acordo com ele, afeta de 10 a 15% dos ferimentos.
As cicatrizes, que geralmente têm o formato de um caroço de tecido bem maior do que o ferimento em si, costumam aparecer mais nos ombros e no pescoço. Infelizmente, como apontado pelo Dr. Vik, uma operação de remoção provavelmente pioraria muito o caso, pois o corpo entraria em estado de emergência para curar a nova ferida.

Mas para o alívio de Remmie, ele também disse que as queloides na orelha são as mais fáceis de se retirar. “Dá pra reconstruir o tecido perdido,” disse o médico. “Mas tem sempre o risco das cicatrizes voltarem, mesmo que anos depois.” Mas Remmie pareceu não ligar muito para isso, e foi em frente com a cirurgia… Que deu certo! Até agora, nenhum sinal de problemas. Vamos torcer por ela, né?
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