Paulo Tjipilica na reunião da Rede de Provedores de Justiça da CPLP
O provedor de Justiça de Angola, Paulo Tjipilica, participou, em
Lisboa, na primeira reunião da Rede de Provedores de Justiça da
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que condenou “os
actos cruéis de terrorismo e de xenofobia que causam dor a milhares de
cidadãos de várias comunidades africanas”.
No comunicado final da reunião de quinta-feira, que foi presidida pelo provedor de Justiça e dos Direitos Humanos de Timor-Leste, Silvério Pinto Baptista, a Rede refere implicitamente uma onda de actos xenófobos contra imigrantes, sobretudo moçambicanos, na África do Sul.
Por outro lado, expressa ainda “profunda preocupação e pesar com a tragédia humanitária que vem atingindo milhares de pessoas que, em busca de paz e segurança nas suas vidas, encontram a morte e o sofrimento nas águas do Mar Mediterrâneo”.
Considerando-se promotora e defensora “intransigente dos direitos humanos de todas as pessoas”, apela aos Estados e às Organizações Internacionais de âmbito regional, “que sejam encetados todos os esforços para o fim das referidas catástrofes humanitárias”.
A Rede, integrada por Provedorias de Justiça, Comissões Nacionais de Direitos Humanos e demais Instituições de Direitos Humanos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor-Leste e Portugal, discutiu igualmente os objectivos a desenvolver, visando o fortalecimento da cooperação entre os seus membros.
O evento decorreu na sede da Provedoria de Justiça de Portugal, em Lisboa, tendo sido também assistido pelo secretário executivo da CPLP, Murade Murargy. (portalangop.co.ao)
No comunicado final da reunião de quinta-feira, que foi presidida pelo provedor de Justiça e dos Direitos Humanos de Timor-Leste, Silvério Pinto Baptista, a Rede refere implicitamente uma onda de actos xenófobos contra imigrantes, sobretudo moçambicanos, na África do Sul.
Por outro lado, expressa ainda “profunda preocupação e pesar com a tragédia humanitária que vem atingindo milhares de pessoas que, em busca de paz e segurança nas suas vidas, encontram a morte e o sofrimento nas águas do Mar Mediterrâneo”.
Considerando-se promotora e defensora “intransigente dos direitos humanos de todas as pessoas”, apela aos Estados e às Organizações Internacionais de âmbito regional, “que sejam encetados todos os esforços para o fim das referidas catástrofes humanitárias”.
A Rede, integrada por Provedorias de Justiça, Comissões Nacionais de Direitos Humanos e demais Instituições de Direitos Humanos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor-Leste e Portugal, discutiu igualmente os objectivos a desenvolver, visando o fortalecimento da cooperação entre os seus membros.
O evento decorreu na sede da Provedoria de Justiça de Portugal, em Lisboa, tendo sido também assistido pelo secretário executivo da CPLP, Murade Murargy. (portalangop.co.ao)

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