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sexta-feira, abril 24, 2015

Rússia: Ministro do Interior quer conjugação de esforços


Ministro angolano do Interior, Ângelo de Veigas Tavares (Foto: Angop/Arquivo)
Ministro angolano do Interior, Ângelo de Veigas Tavares (Foto: Angop/Arquivo)
O ministro angolano do Interior, Ângelo de Veigas Tavares, defendeu hoje, sexta-feira, em Moscovo, a necessidade de conjugação de esforços no combate ao tráfico de drogas.
“O combate ao tráfico de drogas não pode ser feito de forma isolada, porque a troca de informações e a cooperação policial entre os países são determinantes na luta contra o fenómeno”, explicou à margem da segunda conferência ministerial de luta anti-droga, realizada na capital da Federação da Rússia.
O governante angolano, que chefia uma comitiva de altos funcionários do Ministério do Interior ligados a investigação criminal, intercâmbio e cooperação, ouviu e constatou as experiências de alguns países, bem como as formas de coordenação do combate à droga.
O ministro Ângelo Tavares ressaltou a realidade de alguns países, tendo, entretanto, tomado boa nota da experiência, neste domínio, da Nicarágua, que defende o combate com maior foco na produção da droga.
A reunião permitiu aos participantes conhecer o posicionamento de outros países, suas experiências e propostas. Definiu alguns documentos que servirão de base para a luta anti-drogas no mundo.
Segundo o governante, Angola terá mais um suporte nesta área, devido aos técnicos e especialistas anti-drogas que integram a sua delegação e que doravante poderão realizar o trabalho de forma mais eficaz.
Além disso, a transferência de conhecimentos dos países mais para os menos desenvolvidos, tal como a troca de informações, pode ajudar no combate ao tráfico de drogas, fenómeno que tem ligação ao terrorismo e ao branqueamento de capitais.
À margem da conferência, o ministro do Interior manteve um encontro com a delegação russa, para apreciar uma proposta de realização de um fórum internacional anti-droga em África, ainda este ano, sob os auspícios da União Africana e da ONU.
A participação do ministro angolano surge em resposta à um convite do director geral do Serviço Federal Russo de Controlo ao Narco-Tráfico. (portalangop.co.ao)

Ex-oficial português destaca 4 de Fevereiro como antecedente do “25 de Abril”


José Aires, antigo oficial da Marinha de Guerra Portuguesa durante Revolução dos Cravos (Foto: Joaquina Bento)
José Aires, antigo oficial da Marinha de Guerra Portuguesa durante Revolução dos Cravos (Foto: Joaquina Bento)
O antigo oficial da Marinha de Guerra Portuguesa José Aires destacou o início da Luta Armada em Angola, a 4 de Fevereiro de 1961, entre os acontecimentos que culminaram com o golpe de estado militar, a 25 de Abril de 1975, em Portugal, e que aceleraram a descolonização das chamadas províncias ultramarinas.
Em entrevista hoje à Angop, em Luanda, relativa a mais um aniversário da também conhecida “Revolução dos Cravos” e que derrubou o então regime fascista, o ex-militar afirmou que o início da luta armada em Angola enquadrou-se nos movimentos da história comprovativos “de que o colonialismo já não tinha qualquer sentido”.
Como outras razões para aquele desfecho citou a relização do Acordo de Alvor (Janeiro de 1975), entre o governo português e os três principais movimentos de libertação de Angola (MPLA, Unita, e FNLA), assim como a invasão (Dezembro de 1961) aos territórios de Goa, Damão e Diu pela India, e consequente tomada de poder.
Quanto a factores internos para a revolução, o militar reformado da marinha portuguesa referiu que, inicialmente, houve uma contestação gradual e uma consciencialização política dos militares de que a guerra colonial era uma coisa sem sentido e que o regime não teve a capacidade de perceber o movimento da história.
Aliado a isto explicou que face ao reduzido número de oficiais do quadro do Movimento das Forças Armadas (MFA) o regime recrutou para o serviço militar obrigatório jovens licenciados, vindos das universidades, onde ja havia grande contestação.
Estes influenciaram, de certa forma, os oficiais do quadro para alguma consciência política, disse, acrescentando que em quase todas as instalações militares havia pessoas ligadas ao MFA.
Por outro lado José Aires referiu que a Guiné Bissau foi onde um dos movimentos de libertação estava mais próximo de tomar o poder. “Se não tivesse acontecido o 25 de Abril, o PAIGC, em Maio, tomava o poder, e isso era uma vergonha brutal para o regime”.
Entretanto, explicou, em Portugal, a 16 de Março, com o chamado Golpe das Caldas da Rainha, um conjunto de tropas tentou sem sucesso tomar conta do regime, um pré-golpe abortado com a prisão na Costa da Caparica do coronel Vasco Lourenço, líder do 25 de Abril.
Sobre a sua participação na revolução disse que com a patente de primeiro tenente, esteve enquadrado num dos maiores centros de formação da marinha, e possuía, por altura da acção, contactos e diferentes níveis de informação.
Esteve envolvido num conjunto de grupos, associações criadas em diferentes unidades, ligadas ao MFA, tendo sido igualmente membro da assembleia das Forças Armadas e coordenador de grupos de trabalho que emergiram na época.
José Aires reside há três anos em Angola, onde é professor independente na área comportamental (liderança, trabalho de equipa, comunicação). (portalangop.co.ao)

Encerrada Conferência Internacional sobre Direitos Humanos


Palácio da Justiça (Foto: Henri Celso)
Palácio da Justiça (Foto: Henri Celso)
A Conferência Internacional sobre Promoção e Protecção dos Direitos Humanos encerrou nesta sexta-feira, em Luanda, os seus trabalhos, onde foram discutidos temas polémicos e candentes tais como o acesso à justiça das vítimas de violação dos direitos humanos.
Convidada a encerrar o evento, a Procuradora-Geral-adjunta da República, Maria Nazaré Pacavira, salientou que o enfoque da conferência foi o princípio da dignidade da pessoa humana, núcleo básico do ordenamento jurídico angolano.
Segundo a magistrada, no ordenamento jurídico angolano os direitos internacionalmente reconhecidos convergem para a concretização da justiça social e da cidadania universal.
“Julgamos que o nosso objectivo de contribuir para reflexão e diálogo sobre direitos humanos em Angola, envolvendo magistrados judiciais e do Ministério Público, advogados, funcionários forenses, entre outros, no reforço de mecanismos de protecção e promoção de uma cultura de respeito pelos direitos humanos, foi atingido”, expressou.
De acordo com a fonte, apesar de se ter consciência que ainda existe um caminho longo para percorrer, “é notória a vontade de, cada vez mais, adoptarmos uma postura de respeito pelos direitos liberdades e garantias dos cidadãos”.
O encontro, decorrido no Palácio da Justiça, na capital do país, foi uma promoção da Procuradoria-Geral da República (PGR), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). (portalangop.co.ao)

Comité Central do MPLA aprecia bases gerais do próximo congresso


Mário António, secretario do MPLA para Informação (Foto: Francisco Miudo)
Mário António, secretario do MPLA para Informação (Foto: Francisco Miudo)
O Comité Central do MPLA, reunido hoje, sexta-feira, em Luanda, sob a orientação do seu Presidente, José Eduardo dos Santos, apreciou as bases gerais para a preparação e organização do VII Congresso Ordinário do partido, a realizar-se em 2016.
A IX sessão ordinária do Comité Central, que cotou com a participação de 257 membros, dos 311 que o integram, recomendou a observância de 45% para a renovação e 55% para a continuidade nos órgãos colegiais do partido, indica o comunicado final lido pelo secretário do MPLA para a Informação, Mário António.
Ordenou igualmente a elevação da cifra feminina para um mínimo de 40% nas listas de candidatos para os órgãos de direcção do MPLA, a todos os níveis, bem como a manutenção da composição numérica dos actuais órgãos de direcção do partido.
Os membros do Comité Central tomaram conhecimento da informação sobre a directiva relativa à vinculação dos membros dos comités do partido, do Executivo e dos deputados às circunscrições territoriais, sectoriais e institucionais.
Foram igualmente informados sobre os acontecimentos protagonizados pela ceita “A Luz do Mundo”, em algumas províncias do país, e condenam veementemente a tentativa de desestabilização política e social, de desrespeito à lei e a ordem estabelecida que culminou com o assassinato de agentes da Polícia Nacional.
O Comité Central apela à massa militante, aos membros da OMA, da JMPLA e à população em geral, a manterem-se vigilantes contra todo o tipo de manobras desestabilizadoras, denunciando às autoridades competentes.
Exorta a população angolana para uma maior preservação da unidade, da coesão nacional e harmonia no seio da família e ao resgate dos valores morais, éticos e cívicos, no respeito pela dignidade da mulher e defesa dos direitos fundamentais da pessoa humana.
Apela igualmente aos militantes do partido, aos cidadãos e às instituições públicas e privadas a participarem de forma entusiasta nas actividades em alusão ao 40º aniversário da proclamação da independência nacional.
Os participantes na IX sessão ordinária do Comité Central aprovaram uma moção de apoio ao Presidente do MPLA, da República de Angola e Titular do Poder Executivo, José Eduardo dos Santos, pelo empenho e dedicação e pela forma exemplar como tem conduzido os destinos do país. (portalangop.co.ao)

Associação Mãos Livres vai defender “Kalupeteka”





David Mendes (DR)
David Mendes (DR)
David Mendes, advogado da Associação Mãos Livres, pretende saber onde está, em que condições e de que crime é acusado o líder religioso Julino Kalupeteka, detido sábado no Huambo, e pediu uma audiência à Procuradoria Geral da República nessa província para esclarecer estes dados e preparar a defesa do arguido. 
Dois elementos da Associação de Defesa de Direitos Humanos Mãos Livres, estão no Huambo, para investigar o paradeiro de Julino Kalupeteka, líder da seita religiosa “A Luz do Mundo” detido no sábado (18 de Abril) e até ao momento ainda não localizado.
David Mendes advogado sénior desta Associação de Defesa de Direitos Humanos, afirma que a investida policial de quinta-feira passada para tentar prendê-lo, ocorreu em quatro províncias angolanas : Huambo, Bié, Kwanza Sul e na região fronteiriça entre o Huambo e Benguela, bastiões desta seita, proibida desde 2014.
A perseguição a “Kalupeteka” causou oficialmente a morte de 9 agentes da polícia e de 13 fiéis, mas a UNITA principal partido da oposição denuncia mais de 700 mortos, enterrados em valas comuns.
David Mendes considera “lamentável que o Presidente da Republica tenha considerado a seita uma ameaça à paz e à unidade nacional, antes de os órgãos judiciais se pronunciarem, dado que até agora nada permite determinar que a seita de Kalupeteka fez uma ameaça à paz.  (rfi.fr)

Discurso do Presidente do MPLA na abertura da reunião do Comité Central


Presidente José Eduardo dos Santos discursa na abertura da IX reunião do Comité Central do MPLA (Fotos: Francisco Miudo)
Presidente José Eduardo dos Santos discursa na abertura da IX reunião do Comité Central do MPLA (Fotos: Francisco Miudo)
DISCURSO PRONUNCIADO PELO CAMARADA PRESIDENTE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS NA REUNIÃO DO COMITÉ CENTRAL DO MPLA
Luanda, 24 de Abril de 2015
ILUSTRES MEMBROS DO COMITÉ CENTRAL,
CAROS CAMARADAS,
Em 2014 realizámos o 5º Congresso Extraordinário do MPLA e discutimos os assuntos mais relevantes que preocupam o Partido, tendo adoptado as
teses sobre:
1) O melhoramento da vida interna e melhor inserção do Partido na sociedade;
2) O MPLA e os desafios políticos eleitorais.
Apreciámos e aprovámos com ligeiras emendas os Estatutos e preconizámos uma discussão mais profunda e ampla sobre uma proposta de reajustamento dos Estatutos do MPLA, no quadro do processo orgânico do próximo Congresso Ordinário do Partido. A Comissão Preparatória vai encarregar-se dessa proposta.
Além dos dois temas atrás referidos, o Congresso Extraordinário do MPLA dedicou uma atenção especial ao reforço da organização e acção das Organizações de Base, designadamente dos Comités de Acção, e traçou orientações pertinentes para assegurar o cumprimento dos Estatutos, do Programa, das Directrizes e Regulamentos do Partido; a sua maior inserção na sociedade angolana e a mobilização do povo para as tarefas da reconstrução e do desenvolvimento económico e social do país.
Estas orientações estão a ser implementadas. Por outro lado, está em fase de conclusão o processo de revitalização das Estruturas de Base do Partido e foi corrigido o número total dos seus membros, que agora atinge a cifra de cerca de quatro milhões e 500 mil militantes, organizados em mais de 74 mil e 500 Comités de Acção do Partido.
Vai prestar-se agora maior atenção à vinculação dos dirigentes dos escalões superiores e intermédios aos Comités de Acção, pois é fundamental a ligação da Direcção às Bases do Partido e, através destas, às massas populares. O MPLA está ligado ao povo pela sua natureza e características e trabalha para a resolução dos seus problemas.
O próximo Congresso Ordinário do Partido, cujo cronograma e cujas bases gerais de preparação vão ser apresentadas a esta reunião do Comité Central, vai também apreciar o Balanço da actividade desenvolvida desde 2009, altura em que reajustámos a Moção de Estratégia do Líder do Partido e aprovámos as bases para a Estratégia Eleitoral para as eleições de 2012, que ganhámos por maioria qualificada.
Entrámos assim num período de grande reflexão para avaliarmos bem o trabalho que fizemos, isto é, as nossas falhas, as nossas omissões, os nossos êxitos e quais as perspectivas a traçar para orientar a nossa actividade no futuro, quer no domínio da vida interna do Partido, quer no Estado e na sociedade.
Devemos atribuir esta tarefa aos mais aptos para que possam criar – “criar, criar, criar com os olhos secos”, como disse Agostinho Neto – para que nos possam apresentar os documentos de base para todos discutirem democraticamente e enriquecerem o seu conteúdo.
Precisaremos de uma nova Estratégia Política, Económica, Social, Cultural e de Segurança e Defesa Nacional, pois a actual é de Reconstrução Nacional e de Recuperação Económica.
Precisaremos também de uma nova Estratégia Eleitoral e de preparar convenientemente a renovação dos mandatos de todos os Órgãos de Direcção do Partido, preservando a unidade e coesão do Partido.
Penso que as nossas escolhas devem basear-se em critérios como a lisura, a lealdade, o patriotismo, a disciplina, o conhecimento, o mérito e a capacidade de produzir resultados.
Nas últimas semanas ocorreram situações que indicam que existem pequenos focos de instabilidade e tensão em certas localidades do nosso país, por práticas religiosas e sociais contrárias aos princípios e valores consagrados na Constituição da República e nas Leis ordinárias e actos criminosos levados a cabo por alguns cidadãos.
A Sociedade Civil, as Igrejas e as Autoridades do Estado têm tomado medidas e desenvolvido acções para restabelecer a normalidade. Os membros do Partido e as suas organizações sociais devem continuar a condenar esses actos e a realizar campanhas de educação cívica e manifestações de repúdio contra as tentativas de pôr em causa a paz, a estabilidade social e a unidade nacional.
Caros Camaradas,
Desejo bom trabalho a todos e muitos êxitos a esta reunião do Comité Central.
Está aberta a reunião!
(portalangop.co.ao)

Presidente do MPLA quer nova estratégia política e económica


Presidente José Eduardo dos Santos na IX reunião do Comité Central do MPLA (Foto: Francisco Miudo)
Presidente José Eduardo dos Santos na IX reunião do Comité Central do MPLA (Foto: Francisco Miudo)
O Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, disse precisar-se de uma nova estratégia política, económica, social, cultural e de segurança e defesa nacional, pois a actual é de reconstrução nacional e de recuperação económica.
“Precisamos também de uma nova estratégia eleitoral e preparar convenientemente a renovação dos mandatos de todos os órgãos de direcção do partido, preservando a unidade e coesão no seu seio”, acrescentou José Eduardo dos Santos, quando discursava na abertura da IX sessão ordinária do Comité Central do MPLA.
O líder do partido governante precisou que as escolhas devem basear-se em critérios de lealdade, lisura, patriotismo, disciplina, conhecimento, mérito e capacidade de produzir resultados.
Indicou que o próximo congresso do MPLA, cujo cronograma e as bases gerais de preparação serão apresentados a esta sessão do Comité Central, vai apreciar o balanço das actividades desenvolvidas desde 2009, altura em que foi reajustada a moção de estratégia do líder do partido e aprovadas as bases para a estratégia eleitoral para as eleições de 2012, ganhas por maioria qualificada.
“Está em fase de conclusão o processo de revitalização das estruturas de base do partido e foi corrigido o número total dos seus membros, que agora atinge a cifra de cerca de quatro milhões e 500 mil militantes, organizados em mais de 24 mil comités de acção do partido”, informou.
José Eduardo dos Santos afirmou que doravante vai prestar-se maior atenção à vinculação dos dirigentes dos calões superiores e intermédios aos comités de acção, pois é fundamental a ligação da direcção às bases do partido e, através destas, às massas populares.
“O MPLA está ligado ao povo pela sua natureza e características e trabalha para a resolução dos seus problemas”, realçou José Eduardo dos Santos.
Disse que o partido entrou num período de grande reflexão para avaliar bem o trabalho realizado, “Isto é, as nossas falhas, as nossas omissões, os nossos êxitos e quais as perspectivas a traçar para orientar a nossa actividade no futuro, quer no domínio da vida interna do partido, quer no Estado e na sociedade”.
“Devemos atribuir esta tarefa aos mais aptos para que possam criar, criar, criar e criar com os olhos secos, como disse Agostinho Neto, para que nos possam apresentar os documentos de base para todos discutirem democraticamente e enriquecerem o seu conteúdo”, asseverou.
A sessão, que termina ainda hoje, vai debater o relatório de balanço da Comissão Nacional Preparatória do V Congresso Extraordinário do MPLA, o projecto de bases gerais para a preparação e realização do VII Congresso Ordinário, bem como o projecto de cronograma de acções relativas ao VII conclave do MPLA. (portalangop.co.ao)

Presidente do MPLA recomenda campanhas de educação cívica


Presidente José Eduardo dos Santos na abertura da IX reunião do Comité Central do MPLA (Foto: Francisco Miudo)
Presidente José Eduardo dos Santos na abertura da IX reunião do Comité Central do MPLA (Foto: Francisco Miudo)
O Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, orientou os membros do partido e a sociedade civil para realizarem campanhas de educação cívica e manifestações de repúdio contra as tentativas de pôr em causa a paz, a estabilidade social e a unidade nacional.
José Eduardo dos Santos discursou na cerimónia de abertura da IX sessão ordinária do Comité Central do MPLA, que decorre em Luanda.
O líder a exortou aos membros do MPLA e as suas organizações sociais, para continuarem a condenar actos de instabilidade e tensão no território nacional.
“Nas últimas semanas ocorreram situações que indicam que existem pequenos focos de instabilidade e tensão em certas localidades do nosso país, por práticas religiosas e sociais contrárias aos princípios e valores consagrados na Constituição da República e nas leis ordinárias, com actos criminosos levados a cabo por alguns cidadãos”, disse José Eduardo dos Santos.
Por este facto (instabilidade e tensão), o Presidente salientou que “a sociedade civil, as igrejas e as autoridades do Estado têm tomado medidas e desenvolvido acções para restabelecer a normalidade”.
Esta reunião, que termina ainda hoje, está a apreciar o relatório de balanço da Comissão Nacional Preparatória do V Congresso Extraordinário do MPLA, o Projecto de bases gerais para a preparação e realização do VII Congresso ordinário deste partido, bem como o projecto de cronograma de acções relativas ao VII Congresso Ordinário do MPLA. (portalangop.co.ao)

Responsáveis para organização e mobilização do MPLA reúnem em Luanda


MPLA (MPLA)
MPLA (MPLA)
O Departamento de Organização e Mobilização (DOM) do Comité Central do MPLA realiza neste sábado, no Complexo Turístico do Futungo II, em Luanda, a sua reunião metodológica nacional.
A informação consta de uma nota de imprensa enviada hoje, sexta-feira, à Angop, pelo Departamento de Informação e Propaganda (DIP) do Comité Central do MPLA.
O documento informa que a reunião visa preparar e actualizar os dirigentes e quadros do partido, sobre as principais direcções de trabalho, no domínio da organização e mobilização, à luz dos preparativos e realização do 7º Congresso Ordinário do MPLA. (portalangop.co.ao)

Huambo: Governador da província reúne-se com deputados da Unita


Kundi Paihama, governador da província do Huambo (Foto: Edilson Domingos)
Kundi Paihama, governador da província do Huambo (Foto: Edilson Domingos)
O governador do Huambo, Kundi Paihama, reuniu-se, quinta-feira, com deputados do grupo parlamentar da Unita, com os quais trocou impressões sobre o assassinato, no dia 16 deste mês, de nove polícias por seguidores da seita Adventista do Sétimo Dia Luz do Mundo.
Em declarações à imprensa, no final do encontro, o governador disse que as autoridades competentes continuam a trabalhar para se esclarecer as circunstâncias em que ocorreram os distúrbios.
Kundi Paihama convidou os deputados a visitarem o morro do Sumé, no município da Caála, palco dos acontecimentos, para se inteirarem melhor da situação. (portalangop.co.ao)


Ministro português congratula-se com investimentos angolanos


(Foto: Antena1/Arquivo)
(Foto: Antena1/Arquivo)
O ministro da Economia de Portugal, Pires de Lima, reafirmou, nesta Quinta-feira, em Lisboa, que o investimento angolano em Portugal “é sempre bem-vindo”, permitindo “um maior elo entre os dois países”.
Ao discursar na inauguração do hotel Skyna Lisboa, do grupo angolano Skina Hotels”, Pires de Lima elogiou a “aposta feita numa altura oportuna”, porque, apesar da crise em Portugal, “o sector turístico tem demonstrado capacidade de crescimento, registando, em 2014, aumento de 12 por cento”.
“A principal prioridade é atrair investimentos em Portugal. Por isso, termos na comunidade das empresas angolanas a querer investir em Portugal, é bom”, disse Pires de Lima, que adiantou querer ver mais empresas angolanas em Portugal, abrindo cada vez mais o elo com Angola.
“Angola é um país amigo, aliado e parceiro, também no âmbito do comércio internacional”, afirmou ainda o governante português, que considera este país africano um dos maiores clientes das exportações portuguesas.
Pires de Lima mostrou-se também esperançado com o previsto Fórum Empresarial entre os dois países, no dia 23 de Junho, em Luanda, antecedido da primeira reunião do Observatório de Investimento Portugal/Angola.
Sobre o Fórum, segundo o ministro português, “precisamos ter um olhar clínico para a realização dos investimentos nos dois países”, salientado a necessidade do apoio à diversificação da economia angolana, sobretudo, para criação de emprego”.
“Existem muitas empresas a acreditar e a investir em Angola, nos campos da agricultura, agro-pecuária, pescas, turismo, entre outras, contribuindo no esforço notável de desenvolvimento económico-social que Angola tem conhecido, desde que vive na situação de paz”, adiantou.
No acto, que contou com a presença do secretário de Estado da Hotelaria, Paulino Baptista, e da ministra-conselheira da Embaixada de Angola em Portugal, Isabel Godinho, o director-executivo do Skyna Hotels, Alexandre Portugal, disse ter escolhido o território português devido à proximidade linguística e o sucesso das parcerias entre os dois países na área do Turismo e Hotelaria”.
O hotel Skyna Lisboa, de quatro estrelas, é o primeiro em todo o mercado angolano a internacionalizar-se, possuindo 105 quartos (67 standards, 26 superiores, cinco masters e sete suites), um bar lounge no topo do edifício, ginásio, sala de reuniões e um restaurante com “vista privilegiada sobre a cozinha envidraçada”. (portalangop.co.ao)

Comissões analisam diversificação da economia nacional


Presidente da República, José Eduardo dos Santos (Foto: Francisco Miúdo)
Presidente da República, José Eduardo dos Santos (Foto: Francisco Miúdo)
As Comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros realizaram hoje, quinta-feira, na sala de reuniões do Palácio Presidencial, na Cidade Alta, a sua 4ª Sessão Ordinária Conjunta.
A informação consta do comunicado final da referida sessão, orientada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, distribuído à imprensa, pelo Secretariado da Comissão Económica, em Luanda.
Nesta sessão, destaca-se a apreciação de importantes projectos de investimento inscritos na iniciativa da diversificação da economia nacional.
Deste modo, foram objecto de análise os Projectos Integrados de Exploração de Fosfatos com vista à produção de fertilizantes, nas regiões de Cacata e Lucunga, respectivamente, nas províncias de Cabinda e Zaire.
Neste âmbito, procedeu-se também à apreciação do projecto de construção e exploração de uma central de produção de fertilizantes de amoníaco e ureia, na província de Cabinda.
Os três projectos permitem criar mais de 3.500 postos de trabalho e outros benefícios sociais e económicos e garantir a auto-suficiência do país em fertilizantes.
No domínio do Programa de Diversificação da Indústria Mineira, analisou-se a Proposta de Constituição da Empresa Nacional de Agro-Minerais.
Apreciou-se também a criação da Agro-Minas Sociedade Anónima, que se inscreve na promoção do desenvolvimento integrado e sustentável do sector agrícola, fazendo-se o aproveitamento do potencial dos recursos naturais produtivos, nos quais se incluem os minerais aplicáveis à agricultura.
A sessão apreciou ainda, a Proposta do Programa Dirigido para a Produção de Carne Bovina, cujo objectivo é incrementar e melhorar quantitativa e qualitativamente a sua produção nas explorações pecuárias existentes, e incentivar o surgimento de outras a fim de satisfazer as necessidades de consumo, através da produção nacional.
No contexto da diversificação da economia, foi prestada uma informação sobre a evolução da implementação dos projectos de investimento de exploração de minério de ferro nas regiões da Cerca e Cutato, nas províncias do Cuanza Norte, e do Cuando Cubango, respectivamente.
A sessão foi igualmente informada sobre o grau de execução do Projecto Integrado de Moagens do Consórcio Grandes Moagens de Angola.
Por outro lado, a sessão aprovou o relatório de Balanço da Programação Financeira do Tesouro do I Trimestre do ano corrente, o relatório de Execução do Plano de Caixa do Mês de Março de 2015, bem como a Proposta do Plano de Caixa do Mês de Maio deste ano.
A sessão tomou conhecimento da participação de Angola no Fundo Africano de Desenvolvimento, no quadro do processo da formalização como primeiro país da região, membro do referido fundo do Banco Africano de Desenvolvimento, bem como da Proposta do Plano Anual de Actividades do Sistema Estatístico Nacional. (portalangop.co.ao)

Presidente da Assembleia Nacional apela à compreensão sobre diversificação da economia


 Fernando da Piedade Dias dos Santos - Presidente da Assembleia Nacional (Foto: Clemente dos Santos)

Fernando da Piedade Dias dos Santos – Presidente da Assembleia Nacional (Foto: Clemente dos Santos)
O presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, apelou nesta quinta-feira, em Luanda, à compreensão dos deputados face aos passos lentos, mas seguros, que estão a ser dados para a diversificação da economia nacional.
Fernando da Piedade Dias dos Santos fez este apelo quando tecia as considerações finais do debate mensal da Assembleia Nacional, que versou sobre a “Diversificação da economia”, proposta pelo Grupo Parlamentar do MPLA.
Segundo o responsável, o relatório apresentado foi uma boa base para a discussão, na medida em que houve concordância com as recomendações feitas no documento, as quais serão enriquecidas com as contribuições dos deputados.
“Podemos sair daqui cientes de que todos os deputados e os partidos políticos estão interessados que se dê passos significativos, no sentido da diversificação da economia, para que o país não continue a ter uma dependência excessiva do petróleo”, disse.
O presidente da Assembleia Nacional notou que, actualmente, já se denotam efeitos positivos em alguns sectores da economia nacional, nomeadamente na agricultura e nas pescas, apesar de ainda não serem os desejados.
“Estamos a diversificar a exploração de outros minérios, para além do petróleo e dos diamantes, e embora todos nós tivéssemos vontade de já podermos estar a viver o ideal, a verdade é que, realisticamente, estamos a avançar com o que é possível e podemos encarar o futuro com confiança”, tranquilizou.
O debate teve como base o relatório elaborado pelas comissões de Economia e Finanças, e dos Assuntos Constituições e Jurídicos da Assembleia Nacional, no qual é feita a caracterização da economia angolana.
O documento aborda igualmente aspectos sobre o processo de diversificação da economia, a aceleração do processo de diversificação da economia, os pontos de vista das entidades entrevistadas, bem como as conclusões e recomendações. (portalangop.co.ao)


Rafael Marques e generais procuram acordo extrajudicial


(DR)
(DR)
O jornalista e activista angolano Rafael Marques e os generais que o acusam de denúncia caluniosa pelas revelações feitas no livro “Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola” decidiram procurar um acordo extrajudicial, confirmou Marques à VOA nesta quinta-feira, 23.
A audiência no Tribunal Provincial de Luanda prevista para hoje foi adiada para o dia 14 de Maio e durante esse período as duas partes vão tentar encontrar um entendimento “amigável”.
Rafael Marques é acusado de denúncia caluniosa por ter exposto abusos contra os direitos humanos na província diamantífera angolana da Lunda Norte, com a publicação, em Portugal, em Setembro de 2011, do livro “Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola”.
O julgamento do jornalista e activista começou a 24 de Março.
Sete generais, liderados pelo ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, general Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”, para além de representantes da direcção de duas empresas diamantíferas (sócios dos generais), nomeadamente da Sociedade Mineira do Cuango e da ITM-Mining, são os queixosos.
Os restantes seis generais são Carlos Alberto Hendrick Vaal da Silva (inspector-geral do Estado-Maior General das FAA), Armando da Cruz Neto (deputado do MPLA), Adriano Makevela Mackenzie, João Baptista de Matos, Luís Pereira Faceira e António Emílio Faceira.
Os Repórteres Sem Fronteiras e outras 16 organizações de defesa da liberdade de imprensa e de expressão contestaram as acusações da justiça angolana contra Rafael Marques e pediram que o julgamento fosse anulado. (voa.com)

Presidente da República aborda cooperação com enviado especial da Guiné Equatorial


Presidente José Eduardo dos Santos (à dir.) recebe enviado especial do homólogo da Guiné Equatorial  (Foto: Francisco Miúdo)
Presidente José Eduardo dos Santos (à dir.) recebe enviado especial do homólogo da Guiné Equatorial
(Foto: Francisco Miúdo)
O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, recebeu hoje, quinta-feira, no Palácio Presidencial, em Luanda, o vice-ministro da Economia, Planeamento e Investimentos Públicos da Guiné Equatorial, Valentin Ela Maye, enviado especial do presidente Teodoro Obiang Nguema, com quem abordou aspectos ligados à cooperação bilateral.
No final do encontro, Valentin Ela Maye referiu à imprensa que com o presidente angolano tratou também de questões ligadas ao estado da economia, finanças e outras áreas de cooperação, que podem ser de interesse de Angola e da Guiné Equatorial.
Precisou que mereceu igualmente atenção a criação de zonas exclusivas económicas, com vista a alargar as relações de cooperação entre ambos os estados.
Instado a caracterizar o nível das relações bilaterais entre os dois países, o dirigente equato-guineense precisou que estão no bom caminho, visto que os dois presidentes tem mantido contactos regulares, sendo importante aprofundar os laços de amizade e cooperação.
Angola e Guiné Equatorial, países membros do Golfo da Guiné, mantém relações de cooperação em domínios como político, diplomático, ecomomico e comercial. (portalangop.co.ao)

Indonésia: Manuel Vicente analisa cooperação com Zâmbia e Eritreia


Vice-presidente da República, Manuel Vicente, recebe homólogo da Zâmbia, Inonge Wina (Foto: Pedro Parente)
Vice-presidente da República, Manuel Vicente, recebe homólogo da Zâmbia, Inonge Wina (Foto: Pedro Parente)
O Vice-presidente, Manuel Domingos Vicente, analisou nesta quinta-feira, em Jakarta (Indonésia), durante encontros separados, o estado da cooperação entre Angola e as repúblicas da Zâmbia e da Eritreia.
Na primeira audiência, o Vice-presidente recebeu a sua homóloga da Zâmbia, Inonge Wina, que referiu, à saída do encontro, que o mesmo serviu para a análise de questões de interesse comum para estes dois países, que possuem uma longa fronteira comum.
Acrescentou que em análise estiveram as questões relativas a intensificação das trocas comerciais entre os dois países, bem como a construção de infra-estruturas que facilitem a vida das pessoas nas zonas fronteiriças.
Fez ainda menção ao facto de, muito recentemente, o estadista zambiano, Edgar Lungu, ter-se deslocada a Angola para assinalar o fim da reabilitação dos Caminhos de Ferro de Benguela.
Considerou importante que os dois países tenham um relacionamento cordial.
O Vice-presidente recebeu ainda o ministro dos Negócios Estrangeiros da Eritreia, Osman Saleh, com quem abordou aspectos ligados a cooperação entre os dois Estados. (portalangop.co.ao)

Mariah Carey revela a capa do single "Infinity"


Canção promoverá a nova coletânea de sucessos da americana
Mariah Carey divulgou hoje (24) em suas redes sociais a capa do single "Infinity", que promoverá sua próxima coletânea de sucessos.

"#1 To Infinity" incluirá as dezoito canções da americana que chegaram ao topo da Billboard Hot 100, parada de singles mais prestigiada do mundo. Entre os sucessos estão "We Belong Together", "Hero" e "Vision Of Love", marcantes na carreira da cantora.

A chegada do álbum, em 18 de maio, coincide com a estreia da artista em sua residência em Las Vegas, que será iniciada no dia 20. Enquanto isso, a faixa será disponibilizada em 27 de abril.

Confira a capa de "Infinity" a seguir:

Mariah Carey letras

Marina And The Diamonds: "Não devíamos compor apenas músicas sobre sexo"


Marina And The Diamonds letras
A cantora e compositora Marina And The Diamonds fez um ensaio fotográfico para a revista Notion Magazine e ainda concedeu uma entrevista falando sobre suas composições.

Durante o bate-papo, a morena revelou que tem orgulho de ser uma artista que lança músicas que não são apenas sobre amor, sexo e dança. "É estranho falar sobre isso, porque você não quer se destacar, tipo, 'as pessoas deviam fazer o que eu faço', porque não é bem assim", disse. "Acho que devíamos ter um panorama mais saudável, pois é claro que temos músicas sobre sexo, amor e estar numa boate, mas deveríamos ter uma alternativa para as pessoas que querem ouvir outros tipos de músicas".

Além disso, a cantora ainda comentou que está curtindo uma carreira que não compromete sua integridade artística e está feliz pelo público compreender o seu novo álbum, "Froot". "Sinto que as pessoas entendem quem eu sou agora, o oposto da forma que os meus dois álbuns anteriores foram recebidos", declarou. "'Froot' foi fácil de escrever em comparação ao que eu sentia antes".

A artista ainda falou sobre a faixa "Savages", presente no material. "Estou feliz que essa chamou atenção. É muito bom falar sobre compor músicas e o por quê as rádios não tocam músicas polêmicas ou que falam sobre qualquer problema social ou político", afirmou.

Confira algumas fotos da cantora para a Notion Magazine:

Marina And The Diamonds letras
Marina And The Diamonds letras

Sobe para nove o número de policias assassinados por seguidores do"Kalupeteka"



19-04-2015 | Fonte: Angop
Mais dois corpos de policias assassinados quinta-feira na Serra Sumé, município da Caála, a cerca de 50 quilómetros a sul da cidade do Huambo, foram encontrados nas últimas 24 horas durante as buscas efectuadas no local pelas forças de segurança e defesa, elevando para nove o número de vitimas.
Os mesmos foram assassinados por seguidores da seita religiosa Adventista do 7º Dia a Luz do Mundo, fundada e liderada pelo cidadão nacional José Julino Kalupeteka, de 52 anos de idade, detido sexta-feira.
Entre as vitimas, que se deslocaram àquela localidade em cumprimento do mandato de captura emitido pela Procuradoria-Geral da República na província do Bié, consta o comandante da Polícia Nacional no município da Caála, superintende-chefe Evaristo Catombela, o chefe das operações da Polícia de Intervenção Rápida nesta província, intendente Luhengue Joaquim José, e o instrutor da Polícia de Intervenção Rápida, sub-inspector Abel do Carmo.
Foram ainda assassinados o 1º sub-chefe João Nunes, os agentes Luís Sambo, Castro Hossi, Manuel Lopes e Afonso António, assim como o delegado do Serviço de Inteligência e Segurança Interna do município da Caála.
O comando da Polícia Nacional na província do Huambo informou sábque os malogrados vão ser enterrados na próxima segunda-feira.
 
 

Polícia nega morte de civis inocentes na captura de Kalupeteka


22-04-2015 | Fonte: Angop
O segundo comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-chefe Paulo Gaspar de Almeida, negou hoje, no Huambo, informações segundo as quais a corporação matou cidadãos civis na operação de captura do líder da seita religiosa A Luz do Mundo, José Julino Kalupeteka.

De acordo com a autoridade policial, muitos jornais, rádios e sites estão a especular o número de fiéis mortos, e aclarou que morreram 13 pessoas não inocentes, que estiveram a confrontar-se com os agentes da ordem, "os ditos seguranças do líder da seita e autores dos assassinatos”.

"Os 13 mortos são franco atiradores, pertencentes à guarda do Kalupeteka, que tinham por objectivo neutralizar e desestabilizar a operação", afirmou.

Falando numa formatura geral, o responsável reconheceu o brio e profissionalismo demonstrado pelos nove polícias assassinados por seguidores desta seita, pois, de acordo com o comissário-chefe Paulo Gaspar de Almeida, se assim não fosse muitos cidadãos encontrados no acampamento poderiam ser mortos.

“Temos que destacar estes grandes camaradas, que, durante os confrontos de três horas com os fiéis seguidores do tal Kalupeteka, souberam poupar vidas humanas de crianças, mulheres e velhos.

Paulo de Almeida também esclareceu não ter havido negligência alguma da parte da corporação, explicando que os membros envolvidos na operação não podiam reagir, pois sabiam da presença de crianças, mulheres e velhos dentro do acampamento e que podiam ser mortos inocentemente.

"Muitos não sabem o que se passou na localidade de São Pedro Sumé e dizem que fomos negligentes. Repito, foram três horas de confronto e a Polícia não podia reagir para não matar civis enganados pelo Kalupeteka.

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