Automobilistas vítimas de extorsão em Luanda
16-04-2015 | Fonte: Jornal de Angola
Muitos automobilistas continuam a
ser vítimas, todos os dias, de extorsão nas ruas de Luanda, por jovens
que cobram o estacionamento de viaturas em espaços públicos e parques de
estacionamento, em Luanda.
Os automobilistas apelam à Fiscalização do Governo Provincial e à Polícia Nacional que acabem com o negócio. Ninguém ganha para pagar aos “controladores” de lugares de estacionamento. O pagamento em espaços públicos devia ser regulado pelas autoridades.
Os “controladores” de lugares e viaturas madrugam mais do que todos os outros. Mas devem ser recolhidos das ruas porque fazem autênticos “assaltos” aos automobilistas que são obrigados a tirar o último “tostão” do bolso para pagar um espaço que é de todos.
“O que acontece em algumas ruas da capital é uma autêntica falta de autoridade. A Baixa de Luanda é a zona onde os jovens aparecem em grupos e fazem das suas. Não temem nada nem ninguém e por isso, os abusos continuam”, disse um automobilista, agastado com a situação.
O automobilista Miguel António quis estacionar num lugar vago mas foi logo barrado: “Se quiser estacionar, deve pagar, meu cota. E aqui só aceitamos 500 kwanzas”, gritou o jovem aproveitador que logo nas primeiras horas da manhã, fica de vigia aos espaços públicos.
Miguel António disse que é obrigado a pagar todos os para usufruir de um espaço que é público: “Tenho esperança que com o novo governador de Luanda, o problema seja resolvido”. As ruas de Luanda ficam “feias”, com pedras, ferros, bocados de madeira e baldes de lixo, obstáculos que os “controladores” colocam na via pública para impedirem o estacionamento de viaturas. Ninguém reage com medo que eles danifiquem as viaturas.
Na Rua 25de Abril, Ingombota, existe uma esquadra policial e ninguém faz nada. Os automobilistas trocam insultos e até ameaças contra esses aproveitadores de lugares.
“Por vezes, pagamos para não encontrarmos os pneus vazios, vidros partidos ou o carro riscado. Esses jovens fazem sempre ameaças”, disse a automobilista Alice da Cruz. A cidade capital tem falta de parques de estacionamento. Há espaços públicos que servem de alternativa, mas ficam caros porque os “controladores” não perdoam e intitulam-se os donos dos espaços de estacionamento das ruas de Luanda.
Os automobilistas apelam à Fiscalização do Governo Provincial e à Polícia Nacional que acabem com o negócio. Ninguém ganha para pagar aos “controladores” de lugares de estacionamento. O pagamento em espaços públicos devia ser regulado pelas autoridades.
Os “controladores” de lugares e viaturas madrugam mais do que todos os outros. Mas devem ser recolhidos das ruas porque fazem autênticos “assaltos” aos automobilistas que são obrigados a tirar o último “tostão” do bolso para pagar um espaço que é de todos.
“O que acontece em algumas ruas da capital é uma autêntica falta de autoridade. A Baixa de Luanda é a zona onde os jovens aparecem em grupos e fazem das suas. Não temem nada nem ninguém e por isso, os abusos continuam”, disse um automobilista, agastado com a situação.
O automobilista Miguel António quis estacionar num lugar vago mas foi logo barrado: “Se quiser estacionar, deve pagar, meu cota. E aqui só aceitamos 500 kwanzas”, gritou o jovem aproveitador que logo nas primeiras horas da manhã, fica de vigia aos espaços públicos.
Miguel António disse que é obrigado a pagar todos os para usufruir de um espaço que é público: “Tenho esperança que com o novo governador de Luanda, o problema seja resolvido”. As ruas de Luanda ficam “feias”, com pedras, ferros, bocados de madeira e baldes de lixo, obstáculos que os “controladores” colocam na via pública para impedirem o estacionamento de viaturas. Ninguém reage com medo que eles danifiquem as viaturas.
Na Rua 25de Abril, Ingombota, existe uma esquadra policial e ninguém faz nada. Os automobilistas trocam insultos e até ameaças contra esses aproveitadores de lugares.
“Por vezes, pagamos para não encontrarmos os pneus vazios, vidros partidos ou o carro riscado. Esses jovens fazem sempre ameaças”, disse a automobilista Alice da Cruz. A cidade capital tem falta de parques de estacionamento. Há espaços públicos que servem de alternativa, mas ficam caros porque os “controladores” não perdoam e intitulam-se os donos dos espaços de estacionamento das ruas de Luanda.
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