Morte de jovem motiva protesto em frente à polícia
Morte de Nuno Jorge Pires lembrada em minuto de silêncio à frente da PSP.
Os
amigos de Nuno Jorge Pires, o homem que morreu na madrugada de 19 de
fevereiro, em Setúbal, após ter sido visto a falar com dois polícias
através de um sistema de videovigilância, levaram esta tarde o protesto
mais longe: interromperam por momentos a marcha de protesto e
sentaram-se na estrada, em frente à esquadra da PSP, onde fizeram um
minuto de silêncio, em memória de "Fantasma", como era conhecido o DJ na
sua terra. Os amigos mantêm as suspeitas de que a vítima terá sido
agredida por agentes, embora o inquérito conduzido pela PJ garanta que
morreu devido a uma queda.
Entre as principais palavras de ordem da manifestação, que começou na praça do Brasil, junto à estação de comboios, ouvia-se "hoje pelo Nuno/amanhã por ti/se não houver justiça/voltaremos aqui", enquanto se ia fazendo um relato do que os amigos julgam que terá acontecido naquela noite, convictos de que a morte foi provocada por uma bastonada na cabeça.
Nuno Jorge Pires foi visto a ser abordado por agentes da Brigada de Intervenção Rápida através do sistema de videovigilância da estação dos comboios, como reconheceu a própria PSP, mas as imagens não mostram nenhuma agressão, segundo as autoridades. A vigília percorreu a baixa sadina e a avenida Luísa Todi, até ao Parque Urbano de Albarquel, tendo juntado mais de meia centena de pessoas, acompanhados por agentes da PSP, que regularam o trânsito.
Recorde-se que, segundo a versão da PJ, o homem terá caído na rua, em estado de embriaguez. A investigação atribui as lesões na cabeça da vítima ao facto de ter batido em tubos de rega junto ao local onde foi encontrado pelo INEM.
Entre as principais palavras de ordem da manifestação, que começou na praça do Brasil, junto à estação de comboios, ouvia-se "hoje pelo Nuno/amanhã por ti/se não houver justiça/voltaremos aqui", enquanto se ia fazendo um relato do que os amigos julgam que terá acontecido naquela noite, convictos de que a morte foi provocada por uma bastonada na cabeça.
Nuno Jorge Pires foi visto a ser abordado por agentes da Brigada de Intervenção Rápida através do sistema de videovigilância da estação dos comboios, como reconheceu a própria PSP, mas as imagens não mostram nenhuma agressão, segundo as autoridades. A vigília percorreu a baixa sadina e a avenida Luísa Todi, até ao Parque Urbano de Albarquel, tendo juntado mais de meia centena de pessoas, acompanhados por agentes da PSP, que regularam o trânsito.
Recorde-se que, segundo a versão da PJ, o homem terá caído na rua, em estado de embriaguez. A investigação atribui as lesões na cabeça da vítima ao facto de ter batido em tubos de rega junto ao local onde foi encontrado pelo INEM.
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